"A química que produz a vida é reproduzida facilmente por todo o cosmo. Parece improvável que sejamos os únicos seres inteligentes. É possível mas improvável!" -]::₪::[- "Somos todos feitos do mesmo pó de estrelas."
_Carl Sagan_
"Existe uma coisa que uma longa existência me ensinou: toda a nossa ciência, comparada à realidade, é primitiva e inocente; e, portanto, é o que temos de mais valioso." _Albert Einstein_
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"Quando temos sede parece-nos que poderíamos beber todo um oceano: é a fé; e quando bebemos, bebemos um copo ou dois: é a ciência." _Anton Tchekhov_
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"A vida sem ciência é uma espécie de morte." _Sócrates_
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"Os que se encantam com a prática sem a ciência são como os timoneiros que entram no navio sem timão nem bússola, nunca tendo certeza do seu destino." _Leonardo Da Vinci_
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"O aspecto mais triste da vida atual é que a ciência ganha em conhecimento mais rapidamente que a sociedade em sabedoria." _Isaac Asimov_
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"A ambição da ciência não é abrir a porta do saber infinito, mas pôr um limite ao erro infinito." _Bertoldt Brecht_
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GUARANÁ CEREBRAL - LETRAS DE PRATA NO CÉU NOTURNO SEM ESTRELAS.
"Não há arte patriótica nem ciência patriótica. As duas, tal como tudo o que é bom e elevado, pertencem ao mundo inteiro e não podem progredir a não ser pela livre ação recíproca de todos os contemporâneos e tendo sempre em conta aquilo que nos resta e aquilo que conhecemos do passado." _Johann Wolfgang von Goethe_
O Planeta Terra é único. Um imenso globo de rocha com quase 40 mil quilômetros de perímetro.
É um refúgio. Com 1/3 de terra, 2/3 de água e atmosfera rica em oxigênio, é o único lar de criaturas vivas, conhecido no universo. Mas esse oásis azul e verde nem sempre foi tão acolhedor.
O planeta tem cicatrizes de um passado traumático. Um passado de condições extremas e de catástrofes espetaculares.
Em um período de quase 5 milhões de anos ele foi mudando de feição, um mundo de fogo, um mundo de gelo, de mares violentos e céus venenosos.
As formas de vida que hoje vemos, são os felizes sobreviventes de uma longa série de extinção em massa. Nesses últimos 200 anos, os cientistas vem explorando o planeta e desvendando seus segredos.
As notáveis descobertas que fizeram, levaram-nos a contar uma história maravilhosa, a história de como nasceu nosso planeta.
Neste documentário conheceremos a vida do homem pré-histórico entre 12 e 40 mil anos atrás.
Esses mesmos humanos dividiam o continente com feras pré-históricas como: tigres dente-de-sabre, mamutes e ursos gigantes.
Utilizando os mais modernos recursos tecnológicos e científicos, mostraremos como eram esses animais e como era a terra onde eles viviam. Veja nossos ancestrais vivendo entre as feras e lutando por sua sobrevivência.
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Um meteorito vindo do espaço, carregando organismos extra-terrestres, cai no deserto do Arizona, nos Estados Unidos.
Os organismos rapidamente se adaptam ao novo ambiente, multiplicando-se e evoluindo e logo tornando-se uma ameaça real a toda a humanidade.
Para combatê-los é enviado o exército americano e uma equipe de cientistas liderada pela Dra. Allison Reed (Julianne Moore), que precisará lidar ainda com os cientistas Ira Kane (David Duchovny) e Harry Block (Orlando Jones), os autores da descoberta acerca dos alienígenas.
Comédia que pondera, com o enorme exagero que lhe cabe, sobre o processo evolutivo. Bem legal.
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Não sou fã de documentários catastrofistas, mas abro uma excessão para este devido a tratar especificamente das questões que interessam a nós que habitamos esta porção do continente Americano. A proposta a se considerar é a de como seria a ruína das construções a partir do momento que não houvesse mais seres humanos por aqui. Ao mesmo tempo há uma discussão sobre os modelos de cidade que foram adotadas ou aceitas pelos latino-americanos.
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A trajetória do lixo dispensado no Jardim Gramacho, maior aterro sanitário da América Latina localizado na periferia de Duque de Caxias, Rio de Janeiro, até ser transformado em arte pelas mãos do artista plástico Vik Muniz e seguir para prestigiadas casas de leilões internacionais. Obras que, muitas vezes, retornam ao Rio para compor as paredes da alta sociedade carioca.